mãe de fases

Empreendedorismo Materno

Olá manas, no post de hoje, vou compartilhar com vocês, um pouco dessa realidade, no qual estou me aproximando aos poucos, que é o empreendedorismo materno ou mãe empreendedora.

Trabalhar em uma boa empresa, ter um salário razoável e oportunidades de crescimento, é o sonho de qualquer pessoa, mas, quando nos tornamos mãe, vem a tona alguns medos e inseguranças na vida profissional.

Após o período de licença maternidade, sabemos que pela frente, vamos encontrar muitos desafios, principalmente, para conciliarmos o tempo entre casa, filhos, trabalho … Parte o coração, ter que deixar aquele bebezinho em casa, passar o dia todo no trabalho, afinal, não queremos perder a independência financeira, mas também não queremos terceirizar a maternidade e perder esse momento tão especial, que são os primeiros meses de desenvolvimento do bebê. Pensando nesse dilema, que algumas mães encontram nesse primeiro momento, que algumas resolveram ser donas do seu próprio negócio, com uma carga horária acessível e conciliar esse home office com as atividades maternas.

Empreender pode uma boa saída para muitas mamães, mas, não é algo simples e fácil, tem que atentar para complexidade. Ser empreendedora, requer tempo, planejamento, objetivo, e muita força de vontade pra fazer acontecer. Durante a maternidade, sentimos falta de produtos ou serviços, que não são acessíveis ou que tenham pouca oferta, é ai que conseguimos notar a oportunidade de negócio, oferecer algo no mercado, cujo a demanda é grande e a oferta é pequena dentro do nosso nicho materno.

Espero que tenham gostado, no próximo post, vou compartilhar algumas dicas, de como começar nesse universo de mãe empreendedoras.

mãe de fases

Maternidade x profissão

Olá manas, no post de hoje, vim compartilhar com vocês, algumas informações sobre empreendedorismo materno.

Maternidade ou profissão? Parece uma decisão difícil de ser tomada, até por que, ambas exigem dedicação e tempo. Diante desse cenário, resolvi retornar ao mercado de trabalho, mas, de uma forma que não me anulasse como mãe.

 

Trabalhando e acompanhando o desenvolvimento escolar

 

Muitas mulheres, adiam a maternidade para se estabilizar profissionalmente, fazendo com que, o sonho de ser mãe, seja um plano a logo prazo, em algumas, nem despertam esse desejo materno. Por outro lado, mulheres que escolhem a maternidade e optam pelo adiamento de seus planos profissionais, por não querer terceirizar a maternidade.

Engravidei cedo, ainda na adolescência, nesse período, ainda estava estudando, terminei o segundo grau e decidi a estudar jornalismo, mas engravidei do meu segundo filho e adiei os planos da faculdade e comecei a trabalhar. A vontade de cursar o ensino superior, ficou de lado, quando me vi trabalhando em uma área totalmente diferente da comunicação. Engravidei do meu terceiro filho, já em uma fase um pouco mais madura, porém, não tinha me decidido em que curso gostaria de me formar, isso ainda trabalhando na área da saúde, mas, me sentindo um peixe fora d’água. Engravidei do meu quarto filho e já estávamos em uma situação financeira confortável e pude me dedicar única e exclusivamente pra mim e para meu filhos.

Por conta de decisões como esta, algumas mães, encontrão dificuldades para retornar ao mercado de trabalho, tanto por não se atualizar no mercado, quanto ao foto de não querer terceirizar a educação e formação dos filhos.

Pensando em tudo isso, foi que eu resolvi me tornar uma mãe empreendedora. Esse projeto, já tem algum tempo, mas, nunca conseguia tirar do papel, e que aos poucos, esta se tornando realidade. Não vou precisar escolher entre ser mãe ou profissional, posso ser profissional sem abrir mão de ser mãe, agora faço parte do movimento empreendedorismo materno. 

Mais viagens e menos brinquedos

Menos brinquedos e mais viagens

Como é bom viajar, conhecer lugares diferentes, curiosidades, cultura, enriquecer a alma e alimenta a vida. Sendo em família, entre amigos ou até mesmo sozinho,  praias lindas com águas cristalinas ou subir a serra pra curtir o clima da montanha, o importante é pé na estrada. Agora, se tratando de viajar com crianças, aí tudo muda, ou não?! No meu caso, com certeza não, levo meus pequeno para todos os lugares.

Levar meus filhos em minhas viagens, nunca foi problema, pelo contrário, foi a solução. Percebi que, a cada viagem, eles voltavam mais animados, falantes, observadores e super empolgados para compartilhar tudo que viram e curtiram. Logo percebi que, a melhor coisa para o desenvolvimento deles, era através das viagens e passeios. 

Antes de decidir o próximo destino, faço uma pesquisa sobre a localização exata, se tem pronto socorro, farmácia, supermercado, facilidades para encontrar possíveis necessidades, pra depois pesquisar sobre pontos turísticos, gastronomia e etc. 

A primeira viagem que fiz com as crianças, foi para o Santuário de Aparecida do Norte. Levei os quatro com meses de vida, sem contar que fui grávida dos três, só não foi na minha terceira gestação, pois a viagem é sempre no mês de outubro e o Heithor estava para nascer a qualquer momento. 

Nunca tivemos problemas para escolher os destinos, mas, meu marido já era experiente em acampamentos e trilhas, sempre me chamava pra acompanha-lo, mas, nunca tive espírito aventureiro e depois que nasceram os pequenos, a vontade diminuiu mais ainda, imagine só se aventurar ainda mais com crianças? Só que não, fomos acampar e levamos o Heithor ainda pequeno, com quase 2 anos, e foi aí que percebi o quanto foi bom para o desenvolvimento dele e não paramos mais. Não importa o lugar, a distância, o clima … o importante é viajar.

Dia das crianças, levo para passear, brincar, lanchar, … E não dou presente material, deve esta pensando, tadinhos, mas que nada, estou dando presente sentimental, que vai ficar eternizado na memória. Natal e aniversário, dou uma lembrancinha, faço uma festinha (por incrível que pareça, eles não gostam muito de festa de aniversário) e levo para passear em lugares que não fomos antes ou um lugar que fomos e gostamos muito. Não sou adepta do consumismo, não uso datas comemorativas para presentear, sou contra a essa cultura de datas certas para dar super presentes. Sigo o princípio de que: Se esta merecendo?! Se tenho condições?! então eu presenteio, independente de data.

Prefiro gastar com viagens do que com brinquedos. Feriados e datas comemorativas, são oportunidades para por o pé na estrada.

relacionamento

Relacionamento á distância

    Um relacionamento com convivência diária já é complicado, agora imagina á distância. Pois é, assim que meu marido passou no processo seletivo, para trabalhar em uma empresa no exterior, o nosso relacionamento foi na base da confiança. 

      Estávamos muito animados com essa mudança, afinal, seria muito bom pra nossa família, conhecer um novo país, uma nova cultura, poder praticar um novo idioma e deixar conhecimento para nossos filhos. Meu marido sempre deixou bem claro o seu interesse em morar fora, e foi me contagiando com essa possibilidade. Na teoria, tudo é mais simples, mas na prática, fica totalmente diferente. Eu sabia que muita coisa iria mudar, mas, não imagina que seria tanto. Planejamos outro filho, assim que estivéssemos estabilizados, isso já em outro país.

     Estava dando tudo certo, os planos estavam se concretizando, quando eu descobri que estava grávida. E todo o projeto? planejamentos? me vi perdida, tendo que adiar várias coisas, e confesso que fiquei preocupada, porém feliz. Queríamos outro filho, mas, nosso planos, era pra dois anos. Não mudamos nada, continuamos como o planejado, sendo que, agora, eu teria que esperar para viajar e adaptar um bebê na história toda.

      Eu estava grávida de sete meses quando ele embarcou para os Emirados Árabes (Sim, ele foi para o Oriente Médio), uma cultura totalmente diferente da nossa, estilo de vida que não chega nem perto da nossa realidade no Brasil. Fiquei muito preocupada, estava sensível, final de gestação, vários pensamentos positivos e negativos … É um filme que passa em nossa cabeça, mas, fiquei firme. A tecnologia ajudava muito, nos falávamos todos os dias por aplicativos de chamada de vídeo, trocávamos fotos, informações, … Isso passava segurança e tranquilidade.

     Quando finalmente chegou o dia do embarque, não pude me conter e cai em lágrimas. Fomos todos ao Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), e foi tudo muito rápido, check in, despache de bagagens, vai aqui, vai ali, … Chegamos com 1:30hs de antecedência, que mais pareciam 20 min. 

     Ele embarcou, e assim, começou o nosso relacionamento á distância.

Gestação

Quatro cesarianas

    Lembro como se fosse hoje, de cada momento, de cada parto, cada detalhe, … Pare ser a meama coisa, mas, não é. Fiquei super nervosa, pareceia a primeira ve, porém, no primeiro parto, eu Não senti dor, medo, ansiedade, … Absolutamente nada, fiquei muito tranquila. Realmente, não tenho passagem para parto normal, por isso, fiz quatro cesarianas.

• 1° Gestação –  A bolsa estourou, me internei, não senti nada, nem contrações. Como a dilatação não aumentava, a Dra optou pela cesariana.(Maria Eduarda, 15 anos)

•2° Gestação – Comecei a ter sangramento, bem pouco, e com 38 semanas aumentou. Fiquei enternada e tive que fazer uma cesária de emergência.(Herik Kauã, 11 anos)

3° Gestação – Cheguei nas 42 semanas e nada da bolsa estourar, como estava indecisa entre ligar ou não, optei pela cesariana novamente.(Heithor Davi, hoje com 4 anos)

4° Gestação – Como deu pra perceber, optei por ter mais um filho rss. Por ser a quarta gestação e um histórico de cesarianas, essa não seria diferente, até por que, dessa vez iria fechar a fábrica rss Foi o parto mais difícil, pois nesse caso, já estamos correndo risco de morte. Graças à Deus, a equipe foi maravilhosa e estou aqui pra contar.(Miguel Hekhaj, 2 anos)

Obs: No próximo post, vou contar sobre os  riscos de multiplas cesarianas.​

relacionamento

Começo do relacionamento

   Tudo começou em clube na Zona Norte do Rio de Janeiro. Eu fazia o curso de secretariado e ele dava aulas de jiu-jitsu. Uma amiga em comum fez a mediação e nos apresentou, na verdade, eu nem queria conhece-lo, pois já sabia das suas intenções. Ela pensando que iria mudar de ideia,  foi logo dizendo: ” amiga, da uma chance pra ele, quando conhecer você não vai se arrepender”. Imagina a situação, mas, relevei e fui vencida pelo cansaço rss. Cheguei pra minha amiga e disse, combina certinho, a gente sai, come alguma coisa e joga conversa fora. Marcamos de sair uma turminha bem legal, me animei bastante rss

   Em fim chegou sexta-feira, me arrumei e fui pro curso, quando terminou a aula, nos reunimos até chegar todo mundo pra sairmos juntos. Conversa vai, conversa vem e ele chegou, todo mundo fui embora, não entendi nada, e a nossa saída? Cada um inventou uma desculpa e foram embora, ficou só nos dois e outras duas amigas. A vontade passou, queria ir embora também, até que uma delas disse no pé do meu ouvido: ” Se você não quiser ir, eu vou”, Ops! fui na mesma hora rss. Fomos ao Shopping, aproveitei e fiz umas comprinhas pra minha mãe e as crianças (Eu já tinha dois filhos de relacionamentos anteriores, Maria que na época tinha 8 anos e Herik  de dois anos e meio), e só de sacanagem, entrei em todas as lojas pra testa-lo. Ele não reclamou, acredita? ajudou a escolher tudo, indicava outras lojas, … Me encantei!  me senti mais a vontade, conversamos sobre vários assuntos, principalmente artes marciais. Realmente, gostei dele, educado, simpático, assuntos interessantes, … Realmente, valeu a pena. Ele me acompanhou até em casa e já foi conhecendo a família toda (minha mãe, meu pai e meus filhos), parecia de casa, conhecido de muito tempo. Ele foi embora e aconteceu o primeiro beijo, na semana seguinte já estávamos namorando e três meses depois, estamos morando junto. Simples assim!

Gestação

Mãe aos 14 anos

    Sim, aos 14 anos descobri que estava grávida, e ao contrário do que todos pensam no primeiro momento, não foi algo que “aconteceu”, pelo contrário, eu estava certo que queria ser mãe, o motivo, era pra ter a minha tão sonhada liberdade. E ela veio? De certa forma sim, e junto com uma liberdade e responsabilidade. Fiquei muito feliz, via tudo como uma grande “brincadeira de casinha”. Eu estudava, estava no último ano de ginásio, e foto de estar grávida, não me fez para estudar, sabia que eu era superar. Lembro como se fosse hoje, cada momento. Não foi fácil, muito muito familiar, ou o apoio já está em fase final da gestação (como acontece na maioria dos casos).Tinha uma coisa, que eu sonhava todos os dias, era com o meu dia de princesa, e esse dia chegou, mas eu quero que trocar esse sonho de baile de debutante para uma festa de chá de bebê, se eu fiquei triste? Lógico, afinal, sonhei tanto com esse dia, e quando ele chegou, não pude realizar o meu sonho, mas, eu conformei pois, escolhi ser mãe, sEu escolhi, em alguns casos, uma maternidade e uma questão de escolha. Ao engravidar, acreditado que estava localizado no encontro da minha liberdade. Me sentia muito presa, não podido sair sozinha, horário pra estar em casa, … Entre outras coisas, nos quando jovens, não entendemos. Fui morar com meu namorado, assim como minha filha nasceu, isso mesmo, era uma menina, e depositei nela, tudo que sonhei pra mim e tudo que “sonharam” pra mim. Em fim, chegou o grande dia, o nascimento da Maria, mesmo nome da mãe de Jesus. E esse foi o momento mais feliz da minha vida, não estou arrependo por escolha e se voltasse o tempo, sem nada absolutamente nada. 

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