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Blog – Por onde começar?

Olá manas, no post de hoje, vou compartilhar com vocês algumas dicas pra quem quer criar um blog. Tem certeza que quer criar um blog? ainda tem dúvidas? então continue lendo o post.

Ser blogueira não é tarefa fácil, pois exige dedicação, tempo e criatividade. Vou deixar aqui algumas dicas para quem quer começar a blogar.

1- Nome do blog
Uma das maiores dificuldades de quem esta começando é saber se vai utilizar o seu próprio nome ou se vai criar um nome que identifique seu conteúdo. Com o crescimento dos blogs, esta difícil encontrar um nome criativo, mas não é impossível, pesquise e analise se o nome escolhido tem haver com o tema a ser abordado.

2- Nicho

A escolha do nicho é muito importante, com ela vai ser mais fácil organizar seus post e atingir seu público alvo. Com o que você se identifica? o que gosta de fazer ou falar? tem conhecimento do assunto? a partir dessas perguntas, você vai ter a resposta do ponto de partida (ex: maternidade, beleza, culinária, … ).

3- Tema

Mesmo tendo escolhido seu nicho, vai precisar de um tema, ou seja, se o blog vai abordar assuntos maternos, escolha qual seguimento da maternidade você vai querer compartilhar. (ex: gestação, alimentação, looks, … ) não que você esteja limitada a um único tema, mas, para começar a criar conteúdo, fica mais fácil para organizar os post e depois vai ampliando os temas.

4- Mídia social

Saber em qual mídias você vai querer trabalhar é muito importante. Hoje temos uma variedade de rede social, o bom seria ter uma conta em cada uma, assim aumentam as chances do seu publico te encontrar. As redes sociais mais populares são: Instagram, facebook, tweeter, youtube e o site.

5- Frequência

A frequência das postagens é muito importante, pois quem te segue já sabe que nesse determinado dia, vai ter um novo post. Pra quem esta começando, aconselho a ter posts prontos ao menos para os 3 primeiros meses, pode parecer muito, mas, é mais fácil ter 2 ou 3 messes programados, do que fazer postagem pro dia ou para semana, principalmente para blogs maternos (Nem sempre vamos ter tempo para fazer postagens de um dia para o outro).

6- Identidade visual

Depois de escolher o nome e o nicho, chegou a hora de escolher a imagem que reflita a imagem do seu blog. A identidade visual pode ser um desenho, símbolos, formas, … de uma forma que seus seguidores associe a figura ao seu conteúdo. Tem que ser algo feito para você, pois algumas logomarcas tem direitos reservados, impedindo que seja associado a outras marcas.

Blog materno mãe de fases
Blog mãe de fases
mãe de fases

Empreendedorismo Materno

Olá manas, no post de hoje, vou compartilhar com vocês, um pouco dessa realidade, no qual estou me aproximando aos poucos, que é o empreendedorismo materno ou mãe empreendedora.

Trabalhar em uma boa empresa, ter um salário razoável e oportunidades de crescimento, é o sonho de qualquer pessoa, mas, quando nos tornamos mãe, vem a tona alguns medos e inseguranças na vida profissional.

Após o período de licença maternidade, sabemos que pela frente, vamos encontrar muitos desafios, principalmente, para conciliarmos o tempo entre casa, filhos, trabalho … Parte o coração, ter que deixar aquele bebezinho em casa, passar o dia todo no trabalho, afinal, não queremos perder a independência financeira, mas também não queremos terceirizar a maternidade e perder esse momento tão especial, que são os primeiros meses de desenvolvimento do bebê. Pensando nesse dilema, que algumas mães encontram nesse primeiro momento, que algumas resolveram ser donas do seu próprio negócio, com uma carga horária acessível e conciliar esse home office com as atividades maternas.

Empreender pode uma boa saída para muitas mamães, mas, não é algo simples e fácil, tem que atentar para complexidade. Ser empreendedora, requer tempo, planejamento, objetivo, e muita força de vontade pra fazer acontecer. Durante a maternidade, sentimos falta de produtos ou serviços, que não são acessíveis ou que tenham pouca oferta, é ai que conseguimos notar a oportunidade de negócio, oferecer algo no mercado, cujo a demanda é grande e a oferta é pequena dentro do nosso nicho materno.

Espero que tenham gostado, no próximo post, vou compartilhar algumas dicas, de como começar nesse universo de mãe empreendedoras.

mãe de fases

Maternidade x profissão

Olá manas, no post de hoje, vim compartilhar com vocês, algumas informações sobre empreendedorismo materno.

Maternidade ou profissão? Parece uma decisão difícil de ser tomada, até por que, ambas exigem dedicação e tempo. Diante desse cenário, resolvi retornar ao mercado de trabalho, mas, de uma forma que não me anulasse como mãe.

 

Trabalhando e acompanhando o desenvolvimento escolar

 

Muitas mulheres, adiam a maternidade para se estabilizar profissionalmente, fazendo com que, o sonho de ser mãe, seja um plano a logo prazo, em algumas, nem despertam esse desejo materno. Por outro lado, mulheres que escolhem a maternidade e optam pelo adiamento de seus planos profissionais, por não querer terceirizar a maternidade.

Engravidei cedo, ainda na adolescência, nesse período, ainda estava estudando, terminei o segundo grau e decidi a estudar jornalismo, mas engravidei do meu segundo filho e adiei os planos da faculdade e comecei a trabalhar. A vontade de cursar o ensino superior, ficou de lado, quando me vi trabalhando em uma área totalmente diferente da comunicação. Engravidei do meu terceiro filho, já em uma fase um pouco mais madura, porém, não tinha me decidido em que curso gostaria de me formar, isso ainda trabalhando na área da saúde, mas, me sentindo um peixe fora d’água. Engravidei do meu quarto filho e já estávamos em uma situação financeira confortável e pude me dedicar única e exclusivamente pra mim e para meu filhos.

Por conta de decisões como esta, algumas mães, encontrão dificuldades para retornar ao mercado de trabalho, tanto por não se atualizar no mercado, quanto ao foto de não querer terceirizar a educação e formação dos filhos.

Pensando em tudo isso, foi que eu resolvi me tornar uma mãe empreendedora. Esse projeto, já tem algum tempo, mas, nunca conseguia tirar do papel, e que aos poucos, esta se tornando realidade. Não vou precisar escolher entre ser mãe ou profissional, posso ser profissional sem abrir mão de ser mãe, agora faço parte do movimento empreendedorismo materno. 

Mais viagens e menos brinquedos

Menos brinquedos e mais viagens

Como é bom viajar, conhecer lugares diferentes, curiosidades, cultura, enriquecer a alma e alimenta a vida. Sendo em família, entre amigos ou até mesmo sozinho,  praias lindas com águas cristalinas ou subir a serra pra curtir o clima da montanha, o importante é pé na estrada. Agora, se tratando de viajar com crianças, aí tudo muda, ou não?! No meu caso, com certeza não, levo meus pequeno para todos os lugares.

Levar meus filhos em minhas viagens, nunca foi problema, pelo contrário, foi a solução. Percebi que, a cada viagem, eles voltavam mais animados, falantes, observadores e super empolgados para compartilhar tudo que viram e curtiram. Logo percebi que, a melhor coisa para o desenvolvimento deles, era através das viagens e passeios. 

Antes de decidir o próximo destino, faço uma pesquisa sobre a localização exata, se tem pronto socorro, farmácia, supermercado, facilidades para encontrar possíveis necessidades, pra depois pesquisar sobre pontos turísticos, gastronomia e etc. 

A primeira viagem que fiz com as crianças, foi para o Santuário de Aparecida do Norte. Levei os quatro com meses de vida, sem contar que fui grávida dos três, só não foi na minha terceira gestação, pois a viagem é sempre no mês de outubro e o Heithor estava para nascer a qualquer momento. 

Nunca tivemos problemas para escolher os destinos, mas, meu marido já era experiente em acampamentos e trilhas, sempre me chamava pra acompanha-lo, mas, nunca tive espírito aventureiro e depois que nasceram os pequenos, a vontade diminuiu mais ainda, imagine só se aventurar ainda mais com crianças? Só que não, fomos acampar e levamos o Heithor ainda pequeno, com quase 2 anos, e foi aí que percebi o quanto foi bom para o desenvolvimento dele e não paramos mais. Não importa o lugar, a distância, o clima … o importante é viajar.

Dia das crianças, levo para passear, brincar, lanchar, … E não dou presente material, deve esta pensando, tadinhos, mas que nada, estou dando presente sentimental, que vai ficar eternizado na memória. Natal e aniversário, dou uma lembrancinha, faço uma festinha (por incrível que pareça, eles não gostam muito de festa de aniversário) e levo para passear em lugares que não fomos antes ou um lugar que fomos e gostamos muito. Não sou adepta do consumismo, não uso datas comemorativas para presentear, sou contra a essa cultura de datas certas para dar super presentes. Sigo o princípio de que: Se esta merecendo?! Se tenho condições?! então eu presenteio, independente de data.

Prefiro gastar com viagens do que com brinquedos. Feriados e datas comemorativas, são oportunidades para por o pé na estrada.

relacionamento

Começo do relacionamento

   Tudo começou em clube na Zona Norte do Rio de Janeiro. Eu fazia o curso de secretariado e ele dava aulas de jiu-jitsu. Uma amiga em comum fez a mediação e nos apresentou, na verdade, eu nem queria conhece-lo, pois já sabia das suas intenções. Ela pensando que iria mudar de ideia,  foi logo dizendo: ” amiga, da uma chance pra ele, quando conhecer você não vai se arrepender”. Imagina a situação, mas, relevei e fui vencida pelo cansaço rss. Cheguei pra minha amiga e disse, combina certinho, a gente sai, come alguma coisa e joga conversa fora. Marcamos de sair uma turminha bem legal, me animei bastante rss

   Em fim chegou sexta-feira, me arrumei e fui pro curso, quando terminou a aula, nos reunimos até chegar todo mundo pra sairmos juntos. Conversa vai, conversa vem e ele chegou, todo mundo fui embora, não entendi nada, e a nossa saída? Cada um inventou uma desculpa e foram embora, ficou só nos dois e outras duas amigas. A vontade passou, queria ir embora também, até que uma delas disse no pé do meu ouvido: ” Se você não quiser ir, eu vou”, Ops! fui na mesma hora rss. Fomos ao Shopping, aproveitei e fiz umas comprinhas pra minha mãe e as crianças (Eu já tinha dois filhos de relacionamentos anteriores, Maria que na época tinha 8 anos e Herik  de dois anos e meio), e só de sacanagem, entrei em todas as lojas pra testa-lo. Ele não reclamou, acredita? ajudou a escolher tudo, indicava outras lojas, … Me encantei!  me senti mais a vontade, conversamos sobre vários assuntos, principalmente artes marciais. Realmente, gostei dele, educado, simpático, assuntos interessantes, … Realmente, valeu a pena. Ele me acompanhou até em casa e já foi conhecendo a família toda (minha mãe, meu pai e meus filhos), parecia de casa, conhecido de muito tempo. Ele foi embora e aconteceu o primeiro beijo, na semana seguinte já estávamos namorando e três meses depois, estamos morando junto. Simples assim!