Mais viagens e menos brinquedos

Ilha Grande /Angra dos Reis – Rj

Menos brinquedos e mais viagens! Hoje vim compartilhar um pouco da nossa viagem á Ilha Grande. Quem me acompanha no blog e em outras redes sociais, sabe bem que meu hobby favorito é viajar em família.

A Ilha Grande é a maior ilha do estado do Rio de Janeiro e a quinta maior ilha marítima do Brasil, A ilha faz parte do município de Angra dos Reis e  possui uma área de 193km².

A principal parada na ilha é na Vila do Abraão, que tem mais ou nenos  3.000 habitantes. A Vila do Abraão é bem estruturada como posto de saúde ( pra quem viaja com criança é super importante), Mercadinhos, restaurantes, barzinhos, farmácia, lojas de roupas e calçados ( tem até a loja da Havaianas ), delegacia da polícia militar, escola, correios, coleta de lixo, … Quase tudo que encontramos na cidade, encontramos na Ilha .

Só tem uma forma de chegar na Ilha, pelo mar, sendo assim, quem tem medo de andar de barco, pode descartar esse passeio. Tem barcos todos os dias, com destino a Vila do Abraão, saindo de Angra dos Reis, Conceição de Jacaraí e Mangaratiba ( pra quem vai pelo Rio de Janeiro ). A Ilha recebe muitos turistas de toda parte do mundo, é muito comum cruzarmos com alguém falando espanhol ou inglês. Em alta temporada, começam a chegar os cruzeiros vindo principalmente da argentina.

A vila tem muitas pousadas e campings. Sou uma frequentadora da Ilha e geralmente, ficamos hospedados em camping, só nas 2 últimas vezes que fiquei em uma casa (alugada) e a última ficamos em pousada, muito boa por sinal.

Viajamos com o tempo muito fechado, quase não deu para aproveitar nada, os passeios de barco, são cancelados por conta do mal tempo. Nossa intenção, era percorrer pelo menos umas 3 ou 4 ilhas, mas, fica para próxima vez. Mesmo com tudo isso, as crianças se divertiram bastante, até o Heithor que não gosta muito de banho de mar, não resistiu, Miguel é um peixinho, entra na água independente do clima. Deu pra aproveitar bastante, consegui descansar. A pousada que ficamos foi a Mar azul, próxima a estação de desembarque.

No meu canal no Youtube, postei 4 vídeos de como foram nossos dias em Ilha Grande. Vai lá conferir.

Parte 1 – https://www.youtube.com/watch?v=yS6gpKj2EDM

Parte 2 – https://www.youtube.com/watch?v=vViS68OHiM8

Parte 3 – https://www.youtube.com/watch?v=IhByGReol_w

Parte 4 – https://www.youtube.com/watch?v=LpKAkEzJYS0

 

Mais viagens e menos brinquedos

Menos brinquedos e mais viagens

Como é bom viajar, conhecer lugares diferentes, curiosidades, cultura, enriquecer a alma e alimenta a vida. Sendo em família, entre amigos ou até mesmo sozinho,  praias lindas com águas cristalinas ou subir a serra pra curtir o clima da montanha, o importante é pé na estrada. Agora, se tratando de viajar com crianças, aí tudo muda, ou não?! No meu caso, com certeza não, levo meus pequeno para todos os lugares.

Levar meus filhos em minhas viagens, nunca foi problema, pelo contrário, foi a solução. Percebi que, a cada viagem, eles voltavam mais animados, falantes, observadores e super empolgados para compartilhar tudo que viram e curtiram. Logo percebi que, a melhor coisa para o desenvolvimento deles, era através das viagens e passeios. 

Antes de decidir o próximo destino, faço uma pesquisa sobre a localização exata, se tem pronto socorro, farmácia, supermercado, facilidades para encontrar possíveis necessidades, pra depois pesquisar sobre pontos turísticos, gastronomia e etc. 

A primeira viagem que fiz com as crianças, foi para o Santuário de Aparecida do Norte. Levei os quatro com meses de vida, sem contar que fui grávida dos três, só não foi na minha terceira gestação, pois a viagem é sempre no mês de outubro e o Heithor estava para nascer a qualquer momento. 

Nunca tivemos problemas para escolher os destinos, mas, meu marido já era experiente em acampamentos e trilhas, sempre me chamava pra acompanha-lo, mas, nunca tive espírito aventureiro e depois que nasceram os pequenos, a vontade diminuiu mais ainda, imagine só se aventurar ainda mais com crianças? Só que não, fomos acampar e levamos o Heithor ainda pequeno, com quase 2 anos, e foi aí que percebi o quanto foi bom para o desenvolvimento dele e não paramos mais. Não importa o lugar, a distância, o clima … o importante é viajar.

Dia das crianças, levo para passear, brincar, lanchar, … E não dou presente material, deve esta pensando, tadinhos, mas que nada, estou dando presente sentimental, que vai ficar eternizado na memória. Natal e aniversário, dou uma lembrancinha, faço uma festinha (por incrível que pareça, eles não gostam muito de festa de aniversário) e levo para passear em lugares que não fomos antes ou um lugar que fomos e gostamos muito. Não sou adepta do consumismo, não uso datas comemorativas para presentear, sou contra a essa cultura de datas certas para dar super presentes. Sigo o princípio de que: Se esta merecendo?! Se tenho condições?! então eu presenteio, independente de data.

Prefiro gastar com viagens do que com brinquedos. Feriados e datas comemorativas, são oportunidades para por o pé na estrada.

relacionamento

Relacionamento á distância

    Um relacionamento com convivência diária já é complicado, agora imagina á distância. Pois é, assim que meu marido passou no processo seletivo, para trabalhar em uma empresa no exterior, o nosso relacionamento foi na base da confiança. 

      Estávamos muito animados com essa mudança, afinal, seria muito bom pra nossa família, conhecer um novo país, uma nova cultura, poder praticar um novo idioma e deixar conhecimento para nossos filhos. Meu marido sempre deixou bem claro o seu interesse em morar fora, e foi me contagiando com essa possibilidade. Na teoria, tudo é mais simples, mas na prática, fica totalmente diferente. Eu sabia que muita coisa iria mudar, mas, não imagina que seria tanto. Planejamos outro filho, assim que estivéssemos estabilizados, isso já em outro país.

     Estava dando tudo certo, os planos estavam se concretizando, quando eu descobri que estava grávida. E todo o projeto? planejamentos? me vi perdida, tendo que adiar várias coisas, e confesso que fiquei preocupada, porém feliz. Queríamos outro filho, mas, nosso planos, era pra dois anos. Não mudamos nada, continuamos como o planejado, sendo que, agora, eu teria que esperar para viajar e adaptar um bebê na história toda.

      Eu estava grávida de sete meses quando ele embarcou para os Emirados Árabes (Sim, ele foi para o Oriente Médio), uma cultura totalmente diferente da nossa, estilo de vida que não chega nem perto da nossa realidade no Brasil. Fiquei muito preocupada, estava sensível, final de gestação, vários pensamentos positivos e negativos … É um filme que passa em nossa cabeça, mas, fiquei firme. A tecnologia ajudava muito, nos falávamos todos os dias por aplicativos de chamada de vídeo, trocávamos fotos, informações, … Isso passava segurança e tranquilidade.

     Quando finalmente chegou o dia do embarque, não pude me conter e cai em lágrimas. Fomos todos ao Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), e foi tudo muito rápido, check in, despache de bagagens, vai aqui, vai ali, … Chegamos com 1:30hs de antecedência, que mais pareciam 20 min. 

     Ele embarcou, e assim, começou o nosso relacionamento á distância.

Gestação

Quatro cesarianas

    Lembro como se fosse hoje, de cada momento, de cada parto, cada detalhe, … Pare ser a meama coisa, mas, não é. Fiquei super nervosa, pareceia a primeira ve, porém, no primeiro parto, eu Não senti dor, medo, ansiedade, … Absolutamente nada, fiquei muito tranquila. Realmente, não tenho passagem para parto normal, por isso, fiz quatro cesarianas.

• 1° Gestação –  A bolsa estourou, me internei, não senti nada, nem contrações. Como a dilatação não aumentava, a Dra optou pela cesariana.(Maria Eduarda, 15 anos)

•2° Gestação – Comecei a ter sangramento, bem pouco, e com 38 semanas aumentou. Fiquei enternada e tive que fazer uma cesária de emergência.(Herik Kauã, 11 anos)

3° Gestação – Cheguei nas 42 semanas e nada da bolsa estourar, como estava indecisa entre ligar ou não, optei pela cesariana novamente.(Heithor Davi, hoje com 4 anos)

4° Gestação – Como deu pra perceber, optei por ter mais um filho rss. Por ser a quarta gestação e um histórico de cesarianas, essa não seria diferente, até por que, dessa vez iria fechar a fábrica rss Foi o parto mais difícil, pois nesse caso, já estamos correndo risco de morte. Graças à Deus, a equipe foi maravilhosa e estou aqui pra contar.(Miguel Hekhaj, 2 anos)

Obs: No próximo post, vou contar sobre os  riscos de multiplas cesarianas.​