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Mãe de menina

Ser mãe não é tarefa nada fácil, principalmente ao longo dos anos. Quando nós descobrimos mãe, idealizamos muitas coisa: o sexo, o nome, com quem vai parecer, se vai gostar disso ou daquilo, … Mas, quando eles nascem, vemos que nada é como sonhamos ou planejamos. Isso não significa que seja ruim, mas, é bom sermos surpreendida ao logo do caminho. Seria chato de mais se acontecesse tudo como o planejado, qual seria a graça de ser mãe se não houvesse essas pedras nos caminho?

Como já havia comentado em outro post, que engravidei aos 14 anos, completei 15 anos no meu 5˚ mês de gestação. Quando descobri o sexo fiquei um pouco frustrada, confesso rss Sempre me imaginei mãe de menino, estava na expectativa do Renan (esse seria o nome, caso fosse menino), até que na ultra tive a certeza de ser uma menina. Fiquei feliz sim, mas, no primeiro momento eu tinha certeza que estava errado, por sempre ouvir falar que “enstindo de mãe não falha”, isso é mito, fui descobrir depois.

Escolhi o nome (sim, eu que escolhi o nome, embora hoje, todos dizem que escolheram, rss), tive a ajuda de todos para chegar ao nome final, a única coisa que era certo é que se chamaria Maria, como Nossa Senhora, e fiquei na dúvida do complemento, e finalmente decidimos por Eduarda, sendo assim, Maria Eduarda.

Não tive dificuldades com fraldas, acordar na madrugada, … Já sabia o que me esperava. O ruim é quando eles vão crescendo e não temos como parar o tempo. Hoje ele tem 15 anos, os mesmos 15 anos que tinha quando ela nasceu. Passa um filme na minha cabeça, olho para trás e vejo como tempo passou.

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A hora do desfralde

   A criança quando entra nessa fase, é sinal de independência e precisa mais atenção, venha com uma fralda, uma criança fica mais a vontade para fazer suas necessidades e até acostumar que esta sem a fralda, como vezes, o xixi na cama, não chão … Às vezes é inevitável. Por isso, devemos atentar aos sinais.

  O Guel já está no processo 5 meses, e não é dificuldade na prática. Nesse aponta uma creche para um fator fundamental pra isso acontecer, além de observar os coleguinhas pedindo, como tias semper perguntavam “Mais alguém quer ir ao banheiro”. Em casa, ainda faço o uso da fralda na hora do soninho da tarde e noturno.

   Confesso que chega um ser desanimador no começo, até uma vontade de voltar para as fraldas rss. Quando o deixa o que é o shortinho, percebia que ele gostava, até por que, incomovadava, era um alívio. Quando eu percebia que ele estava muito quieto, era fato não está cantinho fazendo xixi ou côco. Me mantenho a pensar de forma divertida que, a pode ficar tranquilo que é uma coisa normal e não tem problema se ele fez xixi ou cocô na roupinha, porque no começo é assim mesmo. Isso passa segurança para criança e evita traumas.

   Por conta da praticidade, nos nos encontremos com um fralda, agora o desfralde é mais trabalhoso, até um recado sem bônus que queja pelo ônus.

By mãe de fases