Mais viagens e menos brinquedos

Lumiar / Nova Friburgo

Lumiar é o 5° distrito do município de Nova Friburgo, e fica na região serrana estado do Rio de Janeiro e também está ligada a região dos lagos através da Estrada Serra Mar.

Essa é uma cidade que indico muito a conhecer, e uma cidadezinha linda, pequena e muito encantadora, só não a conselho fazer bate-volta, por ser um pouco distante da capital, se torna uma viagem muito cansativa, sem contar que, fica dificil querer voltar no mesmo dia.

Passamos por 2 serras, Cachoeiras de Macacau e Nova Friburgo, pra quem nunca foi, aconselho ir durante o dia, pois tem muitas curvas, sem contar que a serra tem uma vista maravilhosa, e para apreciar, somente com a luz do dia.

Pela rodoviária, demora um pouco mais pois, trajeto do ônibus, é mais logo, atravessa a ponte Rio/Niterói, que também tem uma vista linda, e a viagem é bem praseroza (pra quem gosta de ir contemplando a paisagem). Agora, pra quem vai de carro, a comodidade é muito melhor, além da opção de ir por Niterói, pode ir por Guapimirim, que na minha opinião, é mais rápido e a vista é mais verda.

O que fazer um Lumiar 

Trilhas sem guia, trilhas com guia, rapel, raffing, alpinismo, mountain bike, passeios de Jipe,entre outras atividades que, a maioria, tem como levar crianças (depende da idade), que mim é excelente.

Antes de fazer as malas e sair pela estrada, é bom consultar disponibilidade de hospedagem, pois, em alta temporada a procura é muito grande e quanto aos passeios, depende também do clima. Em relação a gastronomia, tem boas opções de Restaurantes, Lanchonetes e Bares.   

Observacao

Em Lumiar não tem opções de bancos e nem caixa 24hs. Sendo assim, é bom levar uma reserva em dinheiro ou usar o debito/credito, mas maioria do comércio, aceitam cartão de crédito e débito.

 

Mais viagens e menos brinquedos

Minha primogênita, Duda – Lago de Lumiar

Mais viagens e menos brinquedos
Amo esse lugar – Lumiar

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Centro de Lumiar
Mais Viagens e menos brinquedos
Viagem em família
Mais viagens e menos brinquedos

  Guapimirim/RJ

Guapimirim é um município da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, localizada num vale cercado pela Serra dos Órgãos, e na base do pico Dedo de Deus.

Eu sou muito suspeita para falar, pois, amo o clima da montanha, principalmente em época de calor, o clima é muito agradável. Minha família tem casa em Guapimirim/RJ, e sempre que temos um tempinho, vamos pra lá com as crianças. Por ser uma cidade fora da grande Capital, Guapi (como chamamos carinhosamente), é o local perfeito para quem gosta de tranquilidade. Quem não conhece, vale muito apena conhecer, impossível não se encantar com a cidade.

Pontos Turísticos

Dedo de Deus, Mirante do Soberbo, Poço do Padre, Trilhas, Cachoeira do Paraíso, City Tour by Jeep, entre vários outros. Não sei quanto á preços, mas, tem a página da cidade, no qual pode achar mais informações.

Por ser próximo do Rio, Guapimirim é uma boa opção, até mesmo, pra quem pensa em ir e voltar no mesmo dia. O bom mesmo é poder ficar um pouco mais, pra conhecer com calma a cidade. Na verdade, até mesmo eu, que estou em Guapi quase todo fim de semana, ainda tenho muito que conhecer. Busco sempre deixar as crianças em contato com a natureza.

É um lugar perfeito para família, principalmente para criança, por se tratar que um local familiar (mercados, farmácias, lojas de materiais de construções, padarias, …) pertence aos próprios moradores da região, que para manter essas características, evita a entrada de grandes marcas. Isso é bom, pois valoriza a ciltura local.

Nem só de praia e sol, se resume o rio de Janeiro, temos lugares lindos para todos os gostos e climas.

Algumas fotos

Mais viagens e menos brinquedosSerra de Teresópolis/RJ

Mais viagens menos brinquedos
Dedo de Deus
Mais viagens e menos brinquedos
Subindo a serra

Entrada de Guapimirim
Mais viagens e menos brinquedos

Menos brinquedos e mais viagens

Como é bom viajar, conhecer lugares diferentes, curiosidades, cultura, enriquecer a alma e alimenta a vida. Sendo em família, entre amigos ou até mesmo sozinho,  praias lindas com águas cristalinas ou subir a serra pra curtir o clima da montanha, o importante é pé na estrada. Agora, se tratando de viajar com crianças, aí tudo muda, ou não?! No meu caso, com certeza não, levo meus pequeno para todos os lugares.

Levar meus filhos em minhas viagens, nunca foi problema, pelo contrário, foi a solução. Percebi que, a cada viagem, eles voltavam mais animados, falantes, observadores e super empolgados para compartilhar tudo que viram e curtiram. Logo percebi que, a melhor coisa para o desenvolvimento deles, era através das viagens e passeios. 

Antes de decidir o próximo destino, faço uma pesquisa sobre a localização exata, se tem pronto socorro, farmácia, supermercado, facilidades para encontrar possíveis necessidades, pra depois pesquisar sobre pontos turísticos, gastronomia e etc. 

A primeira viagem que fiz com as crianças, foi para o Santuário de Aparecida do Norte. Levei os quatro com meses de vida, sem contar que fui grávida dos três, só não foi na minha terceira gestação, pois a viagem é sempre no mês de outubro e o Heithor estava para nascer a qualquer momento. 

Nunca tivemos problemas para escolher os destinos, mas, meu marido já era experiente em acampamentos e trilhas, sempre me chamava pra acompanha-lo, mas, nunca tive espírito aventureiro e depois que nasceram os pequenos, a vontade diminuiu mais ainda, imagine só se aventurar ainda mais com crianças? Só que não, fomos acampar e levamos o Heithor ainda pequeno, com quase 2 anos, e foi aí que percebi o quanto foi bom para o desenvolvimento dele e não paramos mais. Não importa o lugar, a distância, o clima … o importante é viajar.

Dia das crianças, levo para passear, brincar, lanchar, … E não dou presente material, deve esta pensando, tadinhos, mas que nada, estou dando presente sentimental, que vai ficar eternizado na memória. Natal e aniversário, dou uma lembrancinha, faço uma festinha (por incrível que pareça, eles não gostam muito de festa de aniversário) e levo para passear em lugares que não fomos antes ou um lugar que fomos e gostamos muito. Não sou adepta do consumismo, não uso datas comemorativas para presentear, sou contra a essa cultura de datas certas para dar super presentes. Sigo o princípio de que: Se esta merecendo?! Se tenho condições?! então eu presenteio, independente de data.

Prefiro gastar com viagens do que com brinquedos. Feriados e datas comemorativas, são oportunidades para por o pé na estrada.

maternidade

A hora do desfralde

   A criança quando entra nessa fase, é sinal de independência e precisa mais atenção, venha com uma fralda, uma criança fica mais a vontade para fazer suas necessidades e até acostumar que esta sem a fralda, como vezes, o xixi na cama, não chão … Às vezes é inevitável. Por isso, devemos atentar aos sinais.

  O Guel já está no processo 5 meses, e não é dificuldade na prática. Nesse aponta uma creche para um fator fundamental pra isso acontecer, além de observar os coleguinhas pedindo, como tias semper perguntavam “Mais alguém quer ir ao banheiro”. Em casa, ainda faço o uso da fralda na hora do soninho da tarde e noturno.

   Confesso que chega um ser desanimador no começo, até uma vontade de voltar para as fraldas rss. Quando o deixa o que é o shortinho, percebia que ele gostava, até por que, incomovadava, era um alívio. Quando eu percebia que ele estava muito quieto, era fato não está cantinho fazendo xixi ou côco. Me mantenho a pensar de forma divertida que, a pode ficar tranquilo que é uma coisa normal e não tem problema se ele fez xixi ou cocô na roupinha, porque no começo é assim mesmo. Isso passa segurança para criança e evita traumas.

   Por conta da praticidade, nos nos encontremos com um fralda, agora o desfralde é mais trabalhoso, até um recado sem bônus que queja pelo ônus.

By mãe de fases
relacionamento

Relacionamento á distância

    Um relacionamento com convivência diária já é complicado, agora imagina á distância. Pois é, assim que meu marido passou no processo seletivo, para trabalhar em uma empresa no exterior, o nosso relacionamento foi na base da confiança. 

      Estávamos muito animados com essa mudança, afinal, seria muito bom pra nossa família, conhecer um novo país, uma nova cultura, poder praticar um novo idioma e deixar conhecimento para nossos filhos. Meu marido sempre deixou bem claro o seu interesse em morar fora, e foi me contagiando com essa possibilidade. Na teoria, tudo é mais simples, mas na prática, fica totalmente diferente. Eu sabia que muita coisa iria mudar, mas, não imagina que seria tanto. Planejamos outro filho, assim que estivéssemos estabilizados, isso já em outro país.

     Estava dando tudo certo, os planos estavam se concretizando, quando eu descobri que estava grávida. E todo o projeto? planejamentos? me vi perdida, tendo que adiar várias coisas, e confesso que fiquei preocupada, porém feliz. Queríamos outro filho, mas, nosso planos, era pra dois anos. Não mudamos nada, continuamos como o planejado, sendo que, agora, eu teria que esperar para viajar e adaptar um bebê na história toda.

      Eu estava grávida de sete meses quando ele embarcou para os Emirados Árabes (Sim, ele foi para o Oriente Médio), uma cultura totalmente diferente da nossa, estilo de vida que não chega nem perto da nossa realidade no Brasil. Fiquei muito preocupada, estava sensível, final de gestação, vários pensamentos positivos e negativos … É um filme que passa em nossa cabeça, mas, fiquei firme. A tecnologia ajudava muito, nos falávamos todos os dias por aplicativos de chamada de vídeo, trocávamos fotos, informações, … Isso passava segurança e tranquilidade.

     Quando finalmente chegou o dia do embarque, não pude me conter e cai em lágrimas. Fomos todos ao Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), e foi tudo muito rápido, check in, despache de bagagens, vai aqui, vai ali, … Chegamos com 1:30hs de antecedência, que mais pareciam 20 min. 

     Ele embarcou, e assim, começou o nosso relacionamento á distância.

Gestação

Quatro cesarianas

    Lembro como se fosse hoje, de cada momento, de cada parto, cada detalhe, … Pare ser a meama coisa, mas, não é. Fiquei super nervosa, pareceia a primeira ve, porém, no primeiro parto, eu Não senti dor, medo, ansiedade, … Absolutamente nada, fiquei muito tranquila. Realmente, não tenho passagem para parto normal, por isso, fiz quatro cesarianas.

• 1° Gestação –  A bolsa estourou, me internei, não senti nada, nem contrações. Como a dilatação não aumentava, a Dra optou pela cesariana.(Maria Eduarda, 15 anos)

•2° Gestação – Comecei a ter sangramento, bem pouco, e com 38 semanas aumentou. Fiquei enternada e tive que fazer uma cesária de emergência.(Herik Kauã, 11 anos)

3° Gestação – Cheguei nas 42 semanas e nada da bolsa estourar, como estava indecisa entre ligar ou não, optei pela cesariana novamente.(Heithor Davi, hoje com 4 anos)

4° Gestação – Como deu pra perceber, optei por ter mais um filho rss. Por ser a quarta gestação e um histórico de cesarianas, essa não seria diferente, até por que, dessa vez iria fechar a fábrica rss Foi o parto mais difícil, pois nesse caso, já estamos correndo risco de morte. Graças à Deus, a equipe foi maravilhosa e estou aqui pra contar.(Miguel Hekhaj, 2 anos)

Obs: No próximo post, vou contar sobre os  riscos de multiplas cesarianas.​

relacionamento

Começo do relacionamento

   Tudo começou em clube na Zona Norte do Rio de Janeiro. Eu fazia o curso de secretariado e ele dava aulas de jiu-jitsu. Uma amiga em comum fez a mediação e nos apresentou, na verdade, eu nem queria conhece-lo, pois já sabia das suas intenções. Ela pensando que iria mudar de ideia,  foi logo dizendo: ” amiga, da uma chance pra ele, quando conhecer você não vai se arrepender”. Imagina a situação, mas, relevei e fui vencida pelo cansaço rss. Cheguei pra minha amiga e disse, combina certinho, a gente sai, come alguma coisa e joga conversa fora. Marcamos de sair uma turminha bem legal, me animei bastante rss

   Em fim chegou sexta-feira, me arrumei e fui pro curso, quando terminou a aula, nos reunimos até chegar todo mundo pra sairmos juntos. Conversa vai, conversa vem e ele chegou, todo mundo fui embora, não entendi nada, e a nossa saída? Cada um inventou uma desculpa e foram embora, ficou só nos dois e outras duas amigas. A vontade passou, queria ir embora também, até que uma delas disse no pé do meu ouvido: ” Se você não quiser ir, eu vou”, Ops! fui na mesma hora rss. Fomos ao Shopping, aproveitei e fiz umas comprinhas pra minha mãe e as crianças (Eu já tinha dois filhos de relacionamentos anteriores, Maria que na época tinha 8 anos e Herik  de dois anos e meio), e só de sacanagem, entrei em todas as lojas pra testa-lo. Ele não reclamou, acredita? ajudou a escolher tudo, indicava outras lojas, … Me encantei!  me senti mais a vontade, conversamos sobre vários assuntos, principalmente artes marciais. Realmente, gostei dele, educado, simpático, assuntos interessantes, … Realmente, valeu a pena. Ele me acompanhou até em casa e já foi conhecendo a família toda (minha mãe, meu pai e meus filhos), parecia de casa, conhecido de muito tempo. Ele foi embora e aconteceu o primeiro beijo, na semana seguinte já estávamos namorando e três meses depois, estamos morando junto. Simples assim!